Tema
Cristologia
Papas
Concílios

Concílio de Éfeso
3º concílio ecumênico
Terceiro concílio ecumênico, reunido em 431 sob Teodósio II. Condenou o ensinamento de Nestório e confirmou o título de Theotokos, Mãe de Deus, dado à Virgem Maria.

Concílio de Calcedônia
4º concílio ecumênico
Quarto concílio ecumênico (451), sob o imperador Marciano. Definiu Cristo como uma só pessoa em duas naturezas, sem confusão nem separação.

Concílio de Constantinopla II
5º concílio ecumênico
Quinto concílio ecumênico (553), convocado por Justiniano I. Condenou os Três Capítulos e reafirmou a cristologia dos concílios anteriores.

Concílio de Constantinopla III
6º concílio ecumênico
Sexto concílio ecumênico (680-681): condenou o monotelismo e definiu que Cristo possui duas vontades e duas operações, divina e humana.
Definição de Calcedônia
451 · Calcedônia, Bitínia (atual Kadıköy, Turquia)
Fórmula cristológica promulgada pelo Concílio de Calcedônia (451): em Cristo, uma só pessoa subsiste em duas naturezas, divina e humana, unidas sem confusão, mudança, divisão ou separação.

Constantinopla III e a condenação do monotelismo
680–681 · Constantinopla (atual Istambul, Turquia)
Sexto concílio ecumênico (680-681): definiu que Cristo possui duas vontades e duas operações naturais, divina e humana, condenando o monoenergismo e o monotelismo e, nominalmente, o papa Honório I por tê-los tolerado.
Doutores da Igreja

São Cirilo de Alexandria
Doutor da Encarnação (Doctor Incarnationis)
Patriarca de Alexandria no século V, principal defensor do título de Theotokos para Maria no Concílio de Éfeso; chamado Doutor da Encarnação.

São Leão Magno
Papa de 440 a 461, autor do «Tomo a Flaviano» sobre as duas naturezas de Cristo, decisivo no Concílio de Calcedônia.
Catecismo
História da Igreja
Nossa Senhora
Livros
Jesus Cristo

Filho de Deus
Tema 18
Título que, aplicado a Jesus, afirma sua relação única e eterna com o Pai — de igualdade de natureza divina, e não de filiação adotiva ou metafórica, como nos usos veterotestamentários.
A Kenose (o Esvaziamento de Cristo)
Dogma cristológico · Filipenses 2,6-11
Doutrina, fundada no hino de Filipenses, de que o Filho de Deus, sem deixar de ser Deus, "esvaziou-se a si mesmo" ao assumir a condição humana e a obediência até a morte de cruz.
As Duas Vontades de Cristo (Diotelismo)
Dogma cristológico · Lucas 22,42
Dogma definido no III Concílio de Constantinopla (681) segundo o qual Cristo, por ter duas naturezas, possui também duas vontades — divina e humana —, unidas sem confusão nem oposição.
Cristo, Único Mediador
Dogma cristológico · 1 Timóteo 2,5-6
Dogma segundo o qual só Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, pode reconciliar plenamente a humanidade com o Pai, fundamento de toda outra mediação na Igreja.
Padres da Igreja

Cirilo de Alexandria
Egito · IV-V
Patriarca de Alexandria (412-444), artífice da condenação de Nestório no Concílio de Éfeso (431) e da defesa do título "Theotokos"; Doutor da Igreja.

Leão Magno
Roma (Itália) · V
Papa do século V cujo "Tomo a Flaviano" definiu a doutrina cristológica do Concílio de Calcedônia.


