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Quarto concílio ecumênico, convocado pelo imperador Marciano, que definiu Cristo como uma só pessoa subsistindo em duas naturezas, humana e divina.
…Nestório foi vista por Cirilo, o poderoso e combativo patriarca de Alexandria, como uma cristologia que dividia Cristo em duas pessoas distintas — uma humana, nascida de Maria, e outra…
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Terceiro concílio ecumênico, reunido em 431 sob Teodósio II. Condenou o ensinamento de Nestório e confirmou o título de Theotokos, Mãe de Deus, dado à Virgem Maria.
Quarto concílio ecumênico (451), sob o imperador Marciano. Definiu Cristo como uma só pessoa em duas naturezas, sem confusão nem separação.
Quinto concílio ecumênico (553), convocado por Justiniano I. Condenou os Três Capítulos e reafirmou a cristologia dos concílios anteriores.
Sexto concílio ecumênico (680-681): condenou o monotelismo e definiu que Cristo possui duas vontades e duas operações, divina e humana.
Fórmula cristológica promulgada pelo Concílio de Calcedônia (451): em Cristo, uma só pessoa subsiste em duas naturezas, divina e humana, unidas sem confusão, mudança, divisão ou separação.
Sexto concílio ecumênico (680-681): definiu que Cristo possui duas vontades e duas operações naturais, divina e humana, condenando o monoenergismo e o monotelismo e, nominalmente, o papa Honório I por tê-los tolerado.
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