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…da história do papado antigo. Seu «Tomo a Flaviano» (449), expondo a doutrina das duas naturezas — divina e humana — unidas na única pessoa de Cristo, foi lido no Concílio de Calcedônia…
…— que buscava conciliar calcedonenses e monofisitas propondo que Cristo, apesar de ter duas naturezas, teria uma só vontade —, respondeu a consultas do patriarca Sérgio de Constantinopla em…
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Quarto concílio ecumênico, convocado pelo imperador Marciano, que definiu Cristo como uma só pessoa subsistindo em duas naturezas, humana e divina.
…que afirmava simultaneamente a unidade da pessoa de Cristo e a integridade plena de suas duas naturezas — fórmula que anteciparia, quase vinte anos antes, a linguagem que o Concílio de…
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Quarto concílio ecumênico (451), sob o imperador Marciano. Definiu Cristo como uma só pessoa em duas naturezas, sem confusão nem separação.
…promulgada pelo Concílio de Calcedônia (451): em Cristo, uma só pessoa subsiste em duas naturezas, divina e humana, unidas sem confusão, mudança, divisão ou separação.
…que afirmava simultaneamente a unidade da pessoa de Cristo e a integridade plena de suas duas naturezas — antecipando em quase vinte anos a linguagem que o Concílio de Calcedônia consagraria…
…as miafisitas do Egito e da Síria, ainda ressentidas da definição de Calcedônia sobre as duas naturezas de Cristo. Buscando uma fórmula de compromisso, o patriarca Sérgio I de Constantinopla…
…insustentável, o monotelismo propriamente dito, segundo o qual Cristo, apesar de possuir duas naturezas conforme definira Calcedônia, teria uma única vontade, a divina. Heráclio consolidou…
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A doutrina de que, em Cristo, uma só Pessoa divina subsiste em duas naturezas completas, a divina e a humana, sem confusão nem separação.
Dogma definido no III Concílio de Constantinopla (681) segundo o qual Cristo, por ter duas naturezas, possui também duas vontades — divina e humana —, unidas sem confusão nem oposição.
…(posição condenada como a heresia do docetismo), mas união real e permanente das duas naturezas numa só Pessoa divina.