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Quarto concílio ecumênico (451), sob o imperador Marciano. Definiu Cristo como uma só pessoa em duas naturezas, sem confusão nem separação.
Fórmula cristológica promulgada pelo Concílio de Calcedônia (451): em Cristo, uma só pessoa subsiste em duas naturezas, divina e humana, unidas sem confusão, mudança, divisão ou separação.
…regional do Oriente — só foi plenamente reconhecido setenta anos depois, no Concílio de Calcedônia (451), quando o símbolo de 381 foi solenemente lido, confirmado e incorporado à tradição…
…de suas duas naturezas — antecipando em quase vinte anos a linguagem que o Concílio de Calcedônia consagraria definitivamente em 451. Nestório, deposto e finalmente exilado por ordem…
…I, que via na persistência de suspeitas de nestorianismo dentro da própria tradição calcedoniana um obstáculo à reconciliação com as Igrejas do Oriente que haviam rejeitado…
…ao esforço do imperador Heráclio, no início do século VII, para reconciliar as Igrejas calcedonianas com as miafisitas do Egito e da Síria, ainda ressentidas da definição de Calcedônia…
…na Última Ceia (Lc 22). Foi o mais numeroso dos concílios medievais — o maior entre Calcedônia e o Vaticano II: cerca de 400 bispos (as fontes registram 404 ou 412, incluindo 71…
…ao início do século VII, quando o imperador Heráclio, buscando reconciliar as Igrejas calcedonianas com as comunidades miafisitas do Egito e da Síria — territórios que ele acabara de…