Catecismo · Parte 30
Terceira parte: As virtudes
O Catecismo sobre a virtude como disposição habitual para o bem: as quatro virtudes cardeais e as três virtudes teologais.

- Parte
- 30
- Parágrafos
- CIC 1803-1845
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Este artigo define a virtude como «uma disposição habitual e firme para fazer o bem», que permite à pessoa não apenas praticar boas ações, mas dar o melhor de si mesma. Expõe as quatro virtudes cardeais — prudência, justiça, fortaleza e temperança — que estruturam a vida moral humana e em torno das quais se organizam todas as outras virtudes morais.
O texto trata em seguida das três virtudes teologais — fé, esperança e caridade —, que têm Deus por origem, motivo e objeto imediato, são infundidas por Deus na alma dos fiéis e fundamentam e animam o exercício de todas as virtudes morais. Encerra com uma nota sobre os dons e os frutos do Espírito Santo, que aperfeiçoam as virtudes de quem os recebe.
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As virtudes teologais e cardeais
Crisma
Fé, esperança e caridade orientam diretamente o cristão a Deus; prudência, justiça, fortaleza e temperança dispõem para o bem agir.

Reconhecimento de Virtudes Heroicas ou Martírio
Beatos e Canonização
O Papa declara, por decreto, que a pessoa viveu as virtudes cristãs em grau heroico ou sofreu martírio pela fé, conferindo-lhe o título de Venerável.

Virtudes Celestiais
Anjos e Demônios
Coro angélico da segunda tríade celeste, associado, na angelologia de Pseudo-Dionísio e de São Tomás, à execução dos milagres e ao governo dos corpos celestes, e entendido como sustentáculo da coragem e da perseverança dos fiéis.

Terceira parte: A vida em Cristo
Catecismo
A dignidade da pessoa, a comunidade humana, a graça e os Dez Mandamentos, que o Catecismo comenta seguindo a divisão de Santo Agostinho.
