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Um termo só percorre todo o acervo — santos, papas, doutrina, sacramentos, orações, pecados, história da Igreja e mais.
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5 ocorrências
Carmelita espanhola, reformadora do Carmelo e mestra da oração; primeira mulher proclamada Doutora da Igreja.
Carmelita francesa, autora de «História de uma Alma» e criadora do «caminhozinho» da confiança e do amor; Doutora da Igreja.
Religiosa francesa do século XVII a quem, segundo a tradição, Jesus revelou a devoção ao Sagrado Coração.
Jesuíta francês do século XVII, diretor espiritual de Santa Margarida Maria Alacoque e difusor da devoção ao Sagrado Coração.
Sacerdote francês do século XVII, pioneiro da devoção aos Sagrados Corações de Jesus e Maria, fundador de duas congregações.
2 ocorrências
14 ocorrências
A oração como dom, aliança e comunhão, suas três expressões e o combate da oração; e o comentário ao Pai-Nosso, «o resumo de todo o Evangelho».
O Catecismo percorre a história bíblica da oração, do Antigo Testamento até a oração de Jesus e a oração da Igreja nascente.
O Catecismo sobre as fontes vivas da oração cristã, suas expressões — vocal, meditação e contemplação — e os grandes mestres e lugares da oração.
O Catecismo sobre a oração ao longo da vida cristã, seus momentos privilegiados, suas dificuldades e o combate espiritual que ela exige.
O comentário do Catecismo ao mandamento contra a cobiça dos bens alheios: o desapego, o desejo espiritual e a pobreza de coração.
A abertura do comentário do Catecismo ao Pai-Nosso (nn. 2761-2776): a tradição patrística que o chama «resumo de todo o Evangelho», sua centralidade na Escritura e seu lugar na liturgia da Igreja.
O comentário do Catecismo à invocação inicial do Pai-Nosso (nn. 2777-2802): a ousadia filial de chamar Deus de Pai, o sentido de «nosso» e da expressão «que estais nos Céus».
O comentário do Catecismo à primeira petição do Pai-Nosso: o pedido de que o nome de Deus seja reconhecido como santo em nós e em todo o mundo, e a ligação dessa santificação ao Batismo.