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21 ocorrências
O primeiro e, para a tradição espiritual, o mais grave dos pecados capitais: o amor desordenado da própria excelência.
Apego desordenado aos bens materiais e à riqueza, que fecha o coração à partilha e à confiança na providência de Deus.
Busca desordenada do prazer sexual, desligada do sentido unitivo e procriativo que a Igreja reconhece na sexualidade humana.
Desejo desordenado de vingança ou ódio ao próximo, distinto da indignação legítima diante de uma injustiça real.
Amor desordenado aos prazeres da comida e da bebida, que subordina a razão ao apetite; vício capital oposto à temperança e à sobriedade.
Tristeza pelo bem alheio e desejo imoderado de possuí-lo, oposta à alegria fraterna; vício capital apontado pela Escritura como porta pela qual a morte entrou no mundo.
Negligência ou desânimo espiritual — a acídia dos Padres do deserto, o 'demônio do meio-dia' — que leva a abandonar os deveres e a resistir ao esforço do crescimento na vida cristã.
Categoria da moral católica para a transgressão grave que rompe a comunhão de caridade com Deus e exige arrependimento e confissão para ser perdoada.
Transgressão que enfraquece a caridade sem destruí-la, distinta do pecado mortal pela matéria leve ou pela falta de plena consciência.
A situação de ruptura com Deus herdada por toda a humanidade a partir da desobediência dos primeiros pais, transmitida — não cometida — por cada pessoa ao nascer.
Categoria tradicional de pecados especialmente graves, que a Escritura descreve como um "clamor" que sobe até Deus pedindo justiça.
A recusa deliberada e obstinada de acolher a misericórdia de Deus — considerada "imperdoável" não por limite da misericórdia divina, mas pela livre resistência do pecador a ela.
Expressão consagrada por João Paulo II para designar mecanismos sociais, econômicos e políticos que, nascidos de pecados pessoais acumulados, adquirem vida própria e induzem novos pecados.
A atitude ou o comportamento que leva outra pessoa a praticar o mal, tornando quem o pratica "tentador do próximo".
A responsabilidade moral de quem participa, ordena, aconselha, elogia ou deixa de impedir o pecado de outra pessoa, quando tinha obrigação de agir.