Bíblia
Deuteronômio
Discursos finais de Moisés a Israel antes da entrada na Terra Prometida, renovando a Aliança e a Lei do Sinai.

- Testamento
- Antigo Testamento
- Gênero literário
- Lei/discurso
- Autor tradicional
- Tradição deuteronomista
- Composição
- século VII a.C. (núcleo)
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Estruturado como uma série de discursos de despedida de Moisés às margens do Jordão, Deuteronômio ("segunda lei", em grego) relê e renova a Aliança e a Lei dadas no Sinai, insistindo no amor exclusivo a Deus — contém o "Shemá", oração central do judaísmo ("Ouve, Israel...", Dt 6,4-5), citada por Jesus como o maior mandamento.
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
