Bíblia
2 Samuel
O reinado de Davi como rei de Israel: suas vitórias, a promessa de uma dinastia eterna e seus pecados e quedas pessoais.

- Testamento
- Antigo Testamento
- Gênero literário
- Narrativa histórica
- Autor tradicional
- Tradição deuteronomista
- Composição
- séculos VII-VI a.C. (forma final)
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Continua a narrativa a partir da morte de Saul, cobrindo todo o reinado de Davi: a conquista de Jerusalém, a promessa profética de uma dinastia davídica eterna (2 Sm 7, fundamento da esperança messiânica), e também suas faltas graves — o adultério com Bat-Seba e o assassinato de Urias — e as consequências familiares e políticas que se seguem.
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
