Liturgia das Horas · Hora 11
O Te Deum
Antigo hino de ação de graças, cantado no Ofício das Leituras dos domingos e das grandes festas, e também em ocasiões solenes fora da liturgia.
Tamanho do texto
O "Te Deum laudamus" ("A ti, ó Deus, louvamos") é um dos hinos mais antigos e mais solenes da tradição litúrgica latina, presente na liturgia romana já a partir do século VI como canto do Ofício das Matinas dominicais. Sua autoria é incerta, mas os estudiosos hoje apontam como mais provável Santo Nicetas de Remesiana, bispo do século IV; a antiga lenda que atribuía sua composição espontânea a Santo Ambrósio e Santo Agostinho, no momento do batismo deste último, é hoje considerada apenas piedosa tradição.
Na Liturgia das Horas reformada, o Te Deum é cantado ou recitado ao final do Ofício das Leituras nos domingos fora da Quaresma, nos dias das oitavas do Natal e da Páscoa, e nas solenidades e festas — herdando assim o lugar que ocupava ao final das antigas Matinas, hora que deu origem ao atual Ofício das Leituras e que podia ser rezada a qualquer hora do dia depois da reforma conciliar. Fora da Liturgia das Horas, o hino continua a ser entoado em ocasiões de particular ação de graças, como a passagem de ano ou eventos eclesiais solenes.
Continue sua leitura
Laudate Deum
Documentos do Magistério
Exortação apostólica de Francisco que retoma e atualiza, oito anos depois, os alertas de Laudato Si' sobre a crise climática.

Cuidado da Casa Comum
Doutrina Social
A responsabilidade moral pela criação, entendida como dom recebido de Deus a ser cultivado e guardado, não explorado sem limites; fundamentada sobretudo na encíclica "Laudato Si'" (2015) de Francisco e no conceito de ecologia integral.

O Grande Jubileu do Ano 2000
História da Igreja
Ano santo extraordinário proclamado por João Paulo II para celebrar os dois mil anos do nascimento de Cristo, único jubileu em que o próprio papa abriu as Portas Santas das quatro basílicas papais de Roma, encerrado em 6 de janeiro de 2001.
Os Hinos na Liturgia das Horas
Liturgia das Horas
Composições poéticas que abrem cada hora do Ofício Divino, herdeiras de uma tradição que remonta a Santo Ambrósio de Milão e ao poeta Prudêncio.
