Bíblia
Zacarias
Visões simbólicas que animam a reconstrução do Templo, e profecias messiânicas citadas nos relatos evangélicos da Paixão.

- Testamento
- Antigo Testamento
- Gênero literário
- Profético/apocalíptico
- Autor tradicional
- Zacarias (e continuador anônimo nos capítulos finais)
- Composição
- final do século VI a século IV a.C.
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Contemporâneo de Ageu, a primeira parte do livro (cap. 1-8) usa visões simbólicas para animar a reconstrução do Templo e a restauração da comunidade judaica; os capítulos finais (9-14), de datação e autoria mais discutidas, contêm profecias messiânicas amplamente citadas nos relatos evangélicos da Paixão, como a entrada do rei humilde montado num jumentinho (Zc 9,9) e as trinta moedas de prata (Zc 11,12-13).
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
