Bíblia
Evangelho segundo João
Evangelho de tom mais teológico e contemplativo, estruturado em torno de sete "sinais" e dos grandes discursos de Jesus sobre sua própria identidade.

- Testamento
- Novo Testamento
- Gênero literário
- Evangelho
- Autor tradicional
- Tradição atribui ao apóstolo João
- Composição
- final do século I d.C.
Tamanho do texto
Diferente em estilo e estrutura dos três Evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos, Lucas), abre com o solene prólogo sobre o Verbo feito carne (Jo 1,1-18) e organiza o ministério de Jesus em torno de sete "sinais" (milagres carregados de significado teológico) e longos discursos em que Jesus revela sua identidade através de imagens como "eu sou o pão da vida", "a luz do mundo", "o bom pastor".
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
