Bíblia
Isaías
O maior dos livros proféticos, com os célebres "cânticos do Servo sofredor" lidos pela tradição cristã como profecias sobre Cristo.

- Testamento
- Antigo Testamento
- Gênero literário
- Profético
- Autor tradicional
- Isaías de Jerusalém (e continuadores — "Segundo" e "Terceiro" Isaías)
- Composição
- séculos VIII a VI a.C. (composição em camadas)
Tamanho do texto
O mais extenso dos livros proféticos, reúne oráculos de pelo menos três períodos históricos distintos sob um único nome — o profeta Isaías do século VIII a.C. e continuadores anônimos posteriores ("Segundo" e "Terceiro" Isaías). Contém alguns dos textos messiânicos mais citados do Antigo Testamento, entre eles os "cânticos do Servo sofredor" (Is 52-53), lidos pelo cristianismo primitivo como profecia da Paixão de Cristo.
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
