Bíblia
Carta aos Hebreus
Exposição de Cristo como Sumo Sacerdote perfeito e definitivo, cujo sacrifício supera e cumpre todo o culto e sacerdócio do Antigo Testamento.

- Testamento
- Novo Testamento
- Gênero literário
- Epístola (autoria anônima)
- Autor tradicional
- Anônimo (tradicionalmente associada a Paulo, hoje considerada de outro autor)
- Composição
- antes de 70 d.C.
Tamanho do texto
De autoria incerta — já na Antiguidade se discutia se era mesmo de Paulo —, apresenta Cristo como o Sumo Sacerdote definitivo "segundo a ordem de Melquisedeque", cujo único sacrifício na cruz substitui e aperfeiçoa todo o sistema sacrificial levítico. O capítulo 11 é o célebre "elogio da fé", com uma longa galeria de testemunhas do Antigo Testamento.
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
