Bíblia
Eclesiastes (Qoélet)
Meditação desencantada sobre a vaidade (o "vapor") de tudo sob o sol, e o convite a aproveitar com sobriedade os dons simples da vida.

- Testamento
- Antigo Testamento
- Gênero literário
- Sapiencial (reflexão filosófica)
- Autor tradicional
- Atribuição tradicional a Salomão
- Composição
- século III a.C.
Tamanho do texto
"Qoélet", nome hebraico que dá título ao livro, significa algo como "o que reúne a assembleia" ou "pregador". É uma reflexão filosófica, por vezes desconcertante, sobre a aparente vaidade ("vapor", "fumaça") de todo esforço humano — riqueza, sabedoria, prazer, trabalho — diante da mortalidade, concluindo pelo convite a aproveitar com sobriedade os dons simples de cada dia como vindos de Deus.
Continue sua leitura

Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
