Bíblia
Apocalipse
Visão profética, em linguagem simbólica, do combate entre o Reino de Deus e as potências do mal, culminando na vitória definitiva de Cristo.

- Testamento
- Novo Testamento
- Gênero literário
- Apocalíptico/profético
- Autor tradicional
- Tradicionalmente atribuído ao apóstolo João
- Composição
- final do século I d.C. (reinado de Domiciano)
Tamanho do texto
Escrito num tempo de perseguição, usa a linguagem simbólica própria da literatura apocalíptica judaica — números, animais, cores, visões cósmicas — para revelar, por trás dos acontecimentos históricos, o combate entre o Cordeiro (Cristo) e as potências do mal, culminando na visão da "nova Jerusalém" e dos "novos céus e nova terra" (Ap 21). Não é, na leitura católica tradicional, um manual de previsões cronológicas literais dos acontecimentos finais, mas uma mensagem de esperança para os perseguidos de todos os tempos.
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Se a Bíblia fala em "irmãos de Jesus", como a Igreja sustenta que Maria permaneceu sempre virgem?
Apologética
O hebraico e o aramaico não tinham palavra própria para "primo" — "irmão" designava também parentes próximos, sentido que passou ao grego dos Evangelhos, como confirma a identidade dos "irmãos" como filhos de Maria de Clópas e o atestado de Hegésipo no século II.

É verdade que a Igreja proibiu o povo de ler a Bíblia na Idade Média?
Apologética
Foram os monges medievais quem copiaram e preservaram manuscritos bíblicos por séculos; as restrições pontuais a traduções não autorizadas (Toulouse 1229, Oxford 1408) nunca equivaleram a uma proibição geral da Escritura.

Por que a Bíblia Católica tem sete livros a mais que a Bíblia usada pela maioria dos protestantes?
Apologética
Os sete livros deuterocanônicos estavam na Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento usada pelos primeiros cristãos, foram reafirmados por concílios do século IV e por Florença (1442), e confirmados solenemente pelo Concílio de Trento em 1546.

Primeira parte: A Sagrada Escritura
Catecismo
A inspiração e a verdade da Bíblia, o cânon dos livros sagrados e os princípios católicos de interpretação da Escritura.
