Milagres Eucarísticos
Milagre Eucarístico de Cascia
Manchas de sangue numa toalha de altar em Cascia, na Itália, atribuídas a um episódio de dúvida sobre a presença real no século XIV.

- Local
- Cascia, Úmbria (Itália)
- Data
- 1330 (segundo a tradição local)
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Em Cascia, na região da Úmbria (Itália), venera-se uma toalha de altar (corporal) manchada de sangue, ligada segundo a tradição local a um episódio ocorrido em 1330: um sacerdote, tomado de dúvida sobre a presença real de Cristo na Eucaristia, teria visto sangue brotar da hóstia consagrada durante a Missa.
A relíquia é conservada na Basílica de Santa Rita de Cascia, mesma cidade ligada à devoção à santa agostiniana. É um dos casos eucarísticos mais antigos ainda hoje expostos à veneração dos fiéis na Itália central.
A Igreja permite e acompanha esse culto, mas a fé na presença real não depende de nenhum milagre particular: ela se funda nas palavras de Cristo e na doutrina professada pela Igreja, como expõe o Catecismo nos nn. 1373-1381.
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Concílios
Na décima terceira sessão (11 de outubro de 1551), o Concílio de Trento definiu dogmaticamente a presença real de Cristo na Eucaristia e consagrou o termo «transubstanciação» para descrever a conversão do pão e do vinho, formulando onze cânones de condenação das posições reformadas. A questão da comunhão sob as duas espécies só seria fixada dez anos depois, na Sessão XXI.

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