Crisma
O Pai Nosso na vida cristã
A oração que Jesus mesmo ensinou aos discípulos, síntese de todo o Evangelho, rezada no centro da liturgia da Igreja.

- Parágrafos
- CIC 2759-2865
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O Catecismo, nos números 2759 a 2865, chama o Pai Nosso de «resumo de todo o Evangelho», a oração perfeita ensinada por Jesus quando os discípulos lhe pediram: «Senhor, ensina-nos a orar» (Lc 11,1). Composto de sete pedidos, dirige-se primeiro à glória do Pai — seu nome, seu Reino, sua vontade — e depois às necessidades humanas — o pão de cada dia, o perdão, a proteção contra a tentação e o mal.
Ao chamar Deus de «Pai», o cristão reconhece-se filho adotivo, capaz de dirigir-se a Ele com a mesma confiança filial de Jesus; a palavra «nosso» lembra que essa oração nunca é feita de modo individualista, mas sempre em comunhão com toda a Igreja e com toda a humanidade.
Por essa razão o Pai Nosso ocupa lugar central na liturgia: é rezado em cada Missa, antes da comunhão, e em muitos outros momentos sacramentais e da oração pessoal. A catequese de Crisma retoma esta oração para que o crismando a compreenda não apenas de memória, mas em seu sentido teológico e espiritual.
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O Pai-Nosso: «Pai nosso que estais nos Céus»
Catecismo
O comentário do Catecismo à invocação inicial do Pai-Nosso (nn. 2777-2802): a ousadia filial de chamar Deus de Pai, o sentido de «nosso» e da expressão «que estais nos Céus».

Pai Nosso
Orações
A oração ensinada pelo próprio Jesus aos discípulos, modelo de toda oração cristã.

Quarta parte: A oração cristã
Catecismo
A oração como dom, aliança e comunhão, suas três expressões e o combate da oração; e o comentário ao Pai-Nosso, «o resumo de todo o Evangelho».

O segundo mandamento: respeitar o nome de Deus
Crisma
Usar o nome de Deus com reverência, evitando blasfêmia, juramento falso ou desnecessário e todo abuso do sagrado.
