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Compêndio CatólicoCatálogo de consulta · fé, doutrina e vida católica
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Crisma

A escolha do nome de Crisma

Costume, hoje opcional, de o crismando adotar o nome de um santo ou de uma figura bíblica como padroeiro pessoal na Confirmação.

Em muitas comunidades, é costume que o candidato à Confirmação escolha, além do próprio nome de Batismo, o nome de um santo ou de uma figura bíblica que admira e deseja tomar como padroeiro e modelo de vida cristã. A prática busca exprimir o desejo do crismando de imitar a dedicação a Deus daquela pessoa, tornando o dia da Confirmação também uma ocasião de aprofundar o conhecimento sobre a vida de um santo específico.

Outros crismandos preferem não adotar um novo nome e permanecer apenas com o nome recebido no Batismo, justamente para sublinhar a estreita ligação entre os dois sacramentos: a Confirmação não começa algo novo e independente, mas leva à plenitude a graça já recebida no Batismo. As duas opções são legítimas, e a escolha (ou não) de um nome de Crisma é hoje regulada pelas orientações de cada diocese ou paróquia, sem constituir exigência doutrinal do próprio sacramento.

Seja qual for a opção, a reflexão sobre padroeiros pessoais — feita muitas vezes já no Batismo, na Crisma ou em outro momento de conversão pessoal — ajuda o cristão a perceber que a comunhão dos santos não é uma ideia abstrata: são pessoas concretas, com uma história de vida real, que a Igreja propõe como companhia e intercessão na caminhada de cada fiel.

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