Ritos Orientais
A Divina Liturgia de São Basílio Magno
A segunda anáfora bizantina mais usada, reservada a dez ocasiões solenes do ano, entre elas a Quaresma e as vigílias do Natal e da Epifania.
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Ao lado da mais frequente Divina Liturgia de São João Crisóstomo, a tradição bizantina conserva uma segunda forma eucarística, mais longa e de orações mais desenvolvidas: a Divina Liturgia de São Basílio Magno, bispo da Capadócia no século IV, a quem a tradição atribui a composição de suas orações presidenciais, incluindo uma anáfora (oração eucarística) particularmente extensa e teologicamente rica. Diferente da liturgia crisostômica, celebrada na maior parte dos domingos do ano, a de São Basílio é reservada a apenas dez ocasiões: os cinco domingos da Quaresma, a Quinta-feira e o Sábado Santos, a festa de São Basílio (1º de janeiro) e as vigílias do Natal e da Epifania.
Essa reserva a momentos de particular densidade espiritual do calendário bizantino confere à Liturgia de São Basílio um caráter de maior solenidade, geralmente associado a celebrações mais longas e a um tom ainda mais contemplativo do que o já solene rito bizantino comum, reforçando a já rica diversidade de expressões litúrgicas dentro de uma mesma família de rito.
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Rito Bizantino
Ritos Orientais
A família litúrgica mais numerosa entre os católicos orientais, herdada de Constantinopla, com Divina Liturgia de São João Crisóstomo.

O terceiro mandamento: santificar o dia do Senhor
Crisma
Guardar o domingo como dia do Senhor, participando da Missa e vivendo o descanso como sinal da liberdade dos filhos de Deus.

São Basílio Magno
Santos
Bispo da Capadócia no século IV, organizador do monaquismo oriental e Doutor da Igreja, um dos três "Padres Capadócios".

São Basílio Magno
Doutores da Igreja
Bispo de Cesareia da Capadócia no século IV, legislador do monaquismo oriental e um dos três grandes hierarcas da Igreja grega.
