Catecismo · Parte 62
Maria, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja
O comentário do Catecismo ao papel de Maria na Igreja, proclamada por Paulo VI, ao final do Vaticano II, «Mãe da Igreja».
- Parte
- 62
- Parágrafos
- CIC 963-975
Tamanho do texto
Encerrando o artigo do Credo dedicado à Igreja, o Catecismo trata do lugar único de Maria dentro dela. Reconhecida desde os primeiros séculos como «Mãe de Deus» (Theotókos, título definido no Concílio de Éfeso, 431), Maria é também, por consequência, verdadeira mãe dos membros de Cristo, «pois cooperou pela caridade para que na Igreja nascessem os fiéis, membros daquela Cabeça».
O texto recorda que, ao encerrar a terceira sessão do Concílio Vaticano II, em 21 de novembro de 1964, o Papa Paulo VI proclamou solenemente Maria «Mãe da Igreja, isto é, de todo o povo cristão, tanto dos fiéis como dos pastores» — título que exprime, de forma sintética, a maternidade espiritual de Maria sobre toda a Igreja, e não apenas sobre Cristo segundo a carne.
O Catecismo trata ainda do culto de veneração (hiperdulia) prestado a Maria, distinto da adoração devida só a Deus, e da piedade mariana como expressão legítima e desejável da fé cristã, que encontra em Maria «a figura da Igreja» — a primeira e mais perfeita discípula de Cristo.
Continue sua leitura

São Josemaría Escrivá
Santos
Sacerdote espanhol do século XX, fundador do Opus Dei, movimento voltado à busca da santidade na vida ordinária e no trabalho profissional.

Santa Maria Madalena
Santos
Discípula galileia curada por Jesus, presente ao pé da cruz e primeira testemunha da Ressurreição, chamada "apóstola dos apóstolos".

Santo Afonso Maria de Ligório
Santos
Bispo napolitano do século XVIII, fundador dos redentoristas e Doutor da Igreja em teologia moral.

São João Maria Vianney
Santos
O Cura d'Ars, pároco francês do século XIX conhecido pelas longas horas no confessionário; padroeiro dos párocos.
