Busca no acervo
Um termo só percorre todo o acervo — santos, papas, doutrina, sacramentos, orações, pecados, história da Igreja e mais.
31 ocorrências em 1 categoria
31 ocorrências
Relíquias de carne e sangue conservadas em Lanciano, na Itália, veneradas desde a Idade Média.
Corporal manchado de sangue venerado na Catedral de Orvieto, associado pela tradição à instituição da festa de Corpus Christi.
Relíquia eucarística venerada na Igreja do Santíssimo Milagre, em Santarém, Portugal.
223 hóstias roubadas em 1730 na Basílica de São Francisco permanecem intactas quase três séculos depois.
Hóstia descartada em 1996 transformou-se em tecido cardíaco; caso acompanhado pelo então arcebispo auxiliar Jorge Bergoglio, o futuro Papa Francisco.
Hóstia dada a um moribundo em 1345 sobreviveu intacta ao fogo, dando origem a uma procissão de peregrinação que se mantém até hoje.
Um ostensório com hóstias roubadas elevou-se sozinho sobre a cidade em 1453, dando origem à Basílica do Corpus Domini.
Hóstia caída durante a Missa em 2008 formou uma mancha de tecido cardíaco, examinada por dois patologistas independentes da Universidade Médica de Białystok.
Duas hóstias consagradas permaneceram suspensas no ar, sem apoio, após um incêndio destruir o altar onde estavam expostas em 1608.
Pedaço de hóstia que teria se convertido em gota de sangue sobre um pano, na igreja de Blanot (Borgonha), na Páscoa de 31 de março de 1331, e cuja relíquia é conservada até hoje.
Seis corporais manchados de sangue, conservados desde o século XIII em Daroca, na Espanha, associados a uma batalha entre cristãos e mouros.
Transformação eucarística relatada numa pequena igreja no Caminho de Santiago, por volta de 1300, num contexto de descrença de um sacerdote local.
Segundo a tradição, na Missa de Páscoa de 28 de março de 1171, gotas de sangue teriam respingado da hóstia até a pequena abóbada sobre o altar da igreja de Santa Maria in Vado, em Ferrara.
Hóstia caída ao chão em 2013, na Polônia, que desenvolveu uma mancha vermelha examinada por especialistas forenses e patologistas.
Origem de um santuário bávaro a partir de uma hóstia roubada no século XII e reencontrada intacta após enterrada por um agricultor local.