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Milagres Eucarísticos

Milagre Eucarístico de Siena

223 hóstias roubadas em 1730 na Basílica de São Francisco permanecem intactas quase três séculos depois.

Milagre Eucarístico de Siena
Foto: Gryffindor / Marku1988 (2008) — Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0
Local
Siena (Itália)
Data
1730

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Na noite de 14 de agosto de 1730, véspera da Assunção, ladrões arrombaram a Basílica de São Francisco em Siena, na Itália, e roubaram um cibório de prata com hóstias consagradas guardado numa capela dedicada a Santo Antônio. A cidade suspendeu as festividades da Assunção e o bispo pediu orações e reparação pelo sacrilégio.

Três dias depois, em 17 de agosto, uma paroquiana notou um brilho vindo de uma caixa de esmolas na Igreja de Santa Maria in Provenzano; ao abri-la, encontraram-se as hóstias roubadas, cobertas de pó e teias de aranha, mas intactas. Por estarem sujas, os frades decidiram guardá-las em local reservado para que se decompusessem naturalmente — processo que se esperava do pão ázimo em poucas semanas.

Isso nunca aconteceu: as 223 hóstias permanecem, quase três séculos depois, intactas e sem sinais de decomposição, guardadas na própria Basílica de São Francisco e expostas à veneração todo dia 17 do mês, em memória do dia do reencontro. Comissões científicas as examinaram ao longo dos séculos sem encontrar explicação natural para a conservação.

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Fontes

  • Basílica de São Francisco de Siena — documentação de custódia e do achado (17 de agosto de 1730)
  • Catecismo da Igreja Católica, nn. 1373-1381

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