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O primeiro mandamento proíbe a idolatria e exige adorar só a Deus, fundamento de toda a Lei.
O segundo mandamento manda respeitar o nome santo do Senhor e proíbe blasfêmia, perjúrio, juramentos levianos e o uso mágico do nome divino.
O terceiro mandamento pede a santificação do domingo, dia da Ressurreição, com a participação na Missa e o descanso do trabalho.
O quarto mandamento pede respeito e obediência devida aos pais na infância, e apoio mútuo entre pais e filhos ao longo da vida.
O quinto mandamento protege a inviolabilidade da vida humana, do início natural até o fim natural.
O sexto mandamento chama à castidade em cada estado de vida e protege a fidelidade e a unidade do matrimônio.
O sétimo mandamento protege o direito à propriedade e exige justiça nas relações econômicas.
O oitavo mandamento exige a verdade nas palavras e proíbe mentira, calúnia, difamação e falso testemunho.
O nono mandamento pede a purificação do coração e dos desejos, além da conduta externa.
O décimo mandamento completa o sétimo no plano do desejo interior: proíbe a cobiça dos bens alheios, a avareza e a inveja, e pede a pobreza de coração.
O duplo mandamento do amor a Deus e ao próximo, que Jesus apresenta como síntese e chave de leitura de todo o Decálogo.
O ensinamento de que os Dez Mandamentos formam um todo indivisível: transgredir gravemente um só compromete, de certo modo, toda a Lei.
A doutrina de que os Dez Mandamentos, embora revelados por Deus a Moisés, tornam explícita uma lei moral já inscrita na consciência de todo ser humano.
O ensinamento de que Cristo, no Sermão da Montanha, não aboliu os Dez Mandamentos, mas os levou à sua plenitude, revelando exigências ainda mais profundas do coração.