Vocações · Tema 16
Noviciado e Profissão Religiosa
O caminho formal de iniciação a um instituto religioso, do período de noviciado aos votos temporários e, por fim, à profissão perpétua.
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Antes de assumir de modo estável os conselhos evangélicos, quem ingressa em um instituto religioso passa pelo noviciado — período, segundo o cânon 646 do Código de Direito Canônico, destinado a que o noviço conheça melhor sua vocação e a vocação própria do instituto, faça experiência concreta de seu modo de vida e comprove sua intenção e idoneidade, com duração mínima de um ano e máxima de dois. Concluído o noviciado, o religioso emite a profissão temporária — por um período determinado, geralmente entre três e seis anos —, renovável, até que, avaliada sua maturidade vocacional, seja admitido à profissão perpétua, vínculo definitivo e estável pelo qual se incorpora de modo pleno e irrevogável ao instituto escolhido.
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São Estanislau Kostka
Santos
Jovem jesuíta polonês que deixou Viena a pé, chegou a Roma em 1567 e morreu no noviciado aos dezoito anos.

São Peregrino Laziosi
Santos
Frade servita de Forlì (c. 1265-1345), convertido após agredir São Filipe Benizi; curado de um câncer na perna na véspera da amputação e invocado como padroeiro dos doentes de câncer.

São João Berchmans
Santos
Jovem jesuíta flamengo (1599-1621), morto em Roma aos 22 anos antes da ordenação sacerdotal; canonizado por Leão XIII em 1888 e padroeiro da juventude estudantil ao lado de Luís Gonzaga e Estanislau Kostka.

Devoção ao Menino Jesus de Praga
Devoções
Devoção centrada numa pequena estátua de cera sobre madeira do Menino Jesus, de origem espanhola, doada em 1628 a um convento carmelita de Praga e hoje venerada na igreja de Nossa Senhora da Vitória.
