Vida Litúrgica
O Rito da Aspersão com Água Benta
Rito facultativo que pode substituir o ato penitencial aos domingos, aspergindo a assembleia com água benta como memória viva do próprio Batismo.
- Parágrafos
- CIC 1217-1222
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O Missal Romano prevê que, aos domingos, especialmente no Tempo Pascal, os Ritos Iniciais da Missa possam incluir a aspersão da assembleia com água benta em lugar do ato penitencial habitual — prática conhecida pelas palavras latinas com que tradicionalmente começa: "Asperges me, Domine" ("Aspergir-me-ás, Senhor"), do Salmo 50, cantado durante a maior parte do ano, e "Vidi Aquam" ("Vi a água"), do Salmo 117, reservado ao Tempo Pascal. Depois de abençoar a água (ou de usar água já benta, como a da Vigília Pascal), o sacerdote asperge primeiro o altar, depois a si mesmo, os ministros e, por fim, toda a assembleia.
O gesto recorda diretamente o Batismo: a água que um dia lavou o pecado original e incorporou o fiel a Cristo e à Igreja é trazida de volta, de forma sensível, ao início da celebração dominical, renovando simbolicamente aquela purificação. Por isso o rito é particularmente valorizado no Tempo Pascal, quando toda a Igreja celebra o mistério da Ressurreição e a memória batismal que dele decorre.
Fontes
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Água Benta
Sacramentais
Água abençoada pela Igreja, usada como sinal de purificação e lembrança do Batismo.
Aspersório
Glossário
Instrumento usado para aspergir água benta sobre os fiéis, objetos ou espaços em ritos de bênção.

São Alexandre I
Papas
Sexto Bispo de Roma; tradições litúrgicas posteriores associam seu nome à bênção da água com sal usada na Missa.
O Turíbulo e o Incenso na Liturgia
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O uso do incenso queimado no turíbulo, herdado do culto do Templo de Jerusalém, simboliza a oração da Igreja subindo à presença de Deus.