Estrutura da Igreja
Prelazia Pessoal
Circunscrição eclesiástica sem limite territorial, erigida pela Santa Sé para realizar atividades pastorais ou missionárias específicas; o Opus Dei é, até hoje, sua única realização.
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Diferente de uma diocese ou de um vicariato apostólico, delimitados por território, a prelazia pessoal reúne seus fiéis — presbíteros, diáconos e, eventualmente, leigos associados — independentemente de onde vivam, em torno de uma missão pastoral ou missionária específica. A figura foi introduzida no Código de Direito Canônico de 1983 (cânones 294 a 297, revisados pelo motu proprio «Le prelature personali» de 2023) para dar cobertura jurídica a formas de organização pastoral que não se ajustavam ao modelo territorial clássico da diocese e da paróquia.
Até hoje, o Opus Dei — fundado pelo padre espanhol Josemaría Escrivá em 1928 — é a única prelazia pessoal erigida pela Santa Sé, o que ocorreu em 1982 pela constituição apostólica «Ut Sit» de João Paulo II. A prelazia rege-se, além do direito universal da Igreja, por suas próprias normas peculiares aprovadas pela Santa Sé, e seu prelado exerce jurisdição própria sobre o clero incardinado na prelazia, ainda que os leigos que dela participam continuem plenamente sujeitos ao bispo da diocese onde residem.
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Opus Dei
Ordens Religiosas
Prelazia pessoal fundada por São Josemaría Escrivá, que propõe a busca da santidade no meio do trabalho e da vida ordinária secular.

São Josemaría Escrivá
Santos
Sacerdote espanhol do século XX, fundador do Opus Dei, movimento voltado à busca da santidade na vida ordinária e no trabalho profissional.

A Liturgia das Horas na Vida Consagrada
Liturgia das Horas
Para monges, religiosos e clérigos, o Ofício Divino estrutura o ritmo diário de oração, trabalho e silêncio; a Regra de São Bento o consagrou como "Opus Dei", e o Concílio Vaticano II o reafirmou como obrigação canônica do clero e dos consagrados.

A Hierarquia Angélica de Pseudo-Dionísio
Anjos e Demônios
Sistematização dos nove coros angélicos em três tríades, proposta no tratado "Sobre a Hierarquia Celeste", que se tornou referência clássica da angelologia cristã e foi recebida por teólogos como Máximo, o Confessor, e Santo Tomás de Aquino.
