Catecismo · Parte 15
Segunda parte: A economia sacramental
A liturgia como obra da Santíssima Trindade e a estrutura comum da celebração litúrgica, antes da exposição de cada sacramento em particular.

- Parte
- 15
- Parágrafos
- CIC 1076-1209
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Esta seção abre a segunda parte do Catecismo explicando por que a liturgia é, antes de tudo, obra de Deus: o Pai é a fonte e o fim da liturgia, Cristo continua nela a obra da sua Páscoa por meio da Igreja, «seu Corpo e sua Esposa», e o Espírito Santo prepara os fiéis para o encontro com Cristo, torna presente e atualiza o mistério de Cristo e une a Igreja à vida e à missão de Cristo.
O texto trata em seguida da celebração litúrgica em si — quem celebra, como se celebra, quando e onde se celebra —, apresentando os elementos comuns a toda ação litúrgica (sinais e símbolos, palavra e música, imagens sagradas) antes que o Catecismo passe, na seção seguinte, a cada um dos sete sacramentos.
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A Liturgia da Palavra
Vida Litúrgica
Bloco da Missa dedicado à proclamação das Escrituras — leituras, salmo responsorial, Evangelho, homilia, Credo e oração dos fiéis.

A Liturgia Eucarística
Vida Litúrgica
Núcleo sacramental da Missa: apresentação das oferendas, Oração Eucarística com a consagração, e a fração do pão, culminando na comunhão.

A Liturgia das Horas
Vida Litúrgica
Oração oficial e pública da Igreja ao longo do dia, estruturada em torno dos salmos, que santifica as diferentes horas com louvor a Deus.
O Turíbulo e o Incenso na Liturgia
Vida Litúrgica
O uso do incenso queimado no turíbulo, herdado do culto do Templo de Jerusalém, simboliza a oração da Igreja subindo à presença de Deus.
