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Parábolas de Jesus
As parábolas contadas por Jesus nos Evangelhos, com contexto, referência bíblica e chave de interpretação.
Mateus 21,33-46

Os Vinhateiros Homicidas
Parábola alegórica sobre a rejeição dos profetas e, por fim, do próprio Filho de Deus, pelos líderes de Israel.
Mateus 22,1-14

O Banquete de Bodas
Parábola sobre convidados que recusam um convite real, substituídos por gente das ruas — imagem da abertura do Reino a todos.
Mateus 25,1-13

As Dez Virgens (Prudentes e Néscias)
Parábola sobre a necessidade de vigilância constante diante da vinda inesperada do Esposo (Cristo).
Mateus 25,14-30

Os Talentos
Parábola sobre o uso responsável e frutífero dos dons recebidos de Deus, e não seu mero acúmulo passivo.
Mateus 25,31-46

O Juízo das Nações (Ovelhas e Cabritos)
Parábola do Juízo Final em que o critério decisivo é o tratamento dado a "um destes meus irmãos mais pequeninos" — os famintos, sedentos, presos, doentes.
Lucas 16,19-31

O Rico e Lázaro
Parábola sobre a inversão radical de sortes após a morte entre um homem rico indiferente e o mendigo Lázaro à sua porta.
Lucas 18,9-14
O Fariseu e o Publicano
Parábola sobre a oração humilde do pecador arrependido, que Deus acolhe mais do que a autossuficiência do religioso orgulhoso.
Lucas 18,1-8

O Juiz Injusto e a Viúva Insistente
Parábola que ensina a perseverança na oração a partir do contraste entre um juiz desonesto e a insistência de uma viúva.
Lucas 13,6-9

A Figueira Estéril
Parábola sobre a paciência de Deus diante da falta de frutos, mas também sobre o limite real dessa paciência.
Lucas 12,13-21

O Rico Insensato
Parábola do homem que planeja construir celeiros maiores para guardar sua riqueza, sem contar com a proximidade da própria morte.
Lucas 14,15-24

A Grande Ceia (Os Convidados que se Escusam)
Parábola semelhante ao Banquete de Bodas, sobre desculpas triviais que impedem pessoas de aceitar o convite decisivo de Deus.
Lucas 16,1-13

O Administrador Desonesto (Astuto)
Parábola de interpretação célebre pela dificuldade: um administrador desonesto é elogiado por sua astúcia prática, não por sua desonestidade.