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Vida Litúrgica

Acólito

Ministério leigo instituído pelo bispo — aberto a leigos desde 1972 e a mulheres desde 2021 —, com atribuições além do coroinha.

Acólito
Foto: Naturpuur — Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

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Diferente do coroinha, o acólito é um ministério instituído: existe desde 1972, quando Paulo VI, no motu proprio «Ministeria Quaedam», reformou as antigas ordens menores e abriu o acolitado a leigos — antes reservado a candidatos ao sacerdócio. A instituição acontece num rito próprio, presidido pelo bispo, e confere ao acólito atribuições que o coroinha não tem: purificar os vasos sagrados depois da Comunhão e, quando necessário, atuar como ministro extraordinário da Sagrada Comunhão.

Em 11 de janeiro de 2021, o Papa Francisco, pelo motu proprio «Spiritus Domini», mudou o Código de Direito Canônico (cânon 230, §1) para permitir também a instituição de mulheres como acólitas — até então, o ministério era reservado a homens por sua origem histórica ligada aos antigos graus do caminho ao sacerdócio.

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