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O Inferno
Estado de autoexclusão definitiva e livre da comunhão com Deus, consequência de morrer em pecado mortal não arrependido.

A Igreja ensina a existência do inferno e sua eternidade não como uma imposição arbitrária de Deus, mas como consequência da própria rejeição livre e definitiva, por parte da criatura, da comunhão com Deus — "morrer em pecado mortal sem arrepender-se" (Catecismo, n. 1033). É descrito nas Escrituras com imagens simbólicas ("fogo eterno", "trevas exteriores") que expressam a gravidade dessa separação definitiva, mais do que descrições literais de sua natureza física.