Crisma
A Revelação divina
Como Deus se dá progressivamente a conhecer ao ser humano, num diálogo que atinge sua plenitude em Jesus Cristo.

- Parágrafos
- CIC 50-73
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Deus, por pura bondade, quis revelar-se e comunicar-se ao ser humano, convidando-o a entrar em comunhão com Ele. O Catecismo, nos números 50 a 73, descreve essa revelação como um itinerário: Deus se fez conhecer aos patriarcas, falou pelos profetas, e por fim, «nestes últimos tempos, falou-nos por meio do Filho» (Hb 1,1-2).
A revelação em Jesus Cristo é definitiva e completa: nEle, Deus disse tudo o que tinha a dizer de si mesmo, ainda que caiba à Igreja, ao longo dos séculos, penetrar cada vez mais profundamente o seu sentido. Não haverá, por isso, uma nova revelação pública antes da vinda gloriosa de Cristo.
Essa revelação é transmitida à Igreja de duas formas complementares — a Sagrada Escritura e a Tradição viva —, ambas confiadas ao Magistério para serem interpretadas com fidelidade e ensinadas a cada geração, o que dá à catequese de Crisma o seu fundamento último: não se trata de uma opinião humana, mas de algo que vem de Deus.
Continue sua leitura

Primeira parte: A Revelação de Deus
Catecismo
O artigo do Catecismo que expõe como Deus, por bondade e sabedoria, decide revelar-se e comunicar o mistério do seu desígnio de salvação.

Primeira parte: A transmissão da Revelação divina
Catecismo
Como a Revelação de Deus chega até nós: a Tradição apostólica, a Sagrada Escritura e o Magistério vivo da Igreja.

Quarta parte: A revelação da oração
Catecismo
O Catecismo percorre a história bíblica da oração, do Antigo Testamento até a oração de Jesus e a oração da Igreja nascente.

Vaticano I: Constituição «Dei Filius»
Concílios
Constituição dogmática do Concílio Vaticano I, promulgada por Pio IX em 24 de abril de 1870: afirma que Deus pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão a partir das coisas criadas e que fé e razão, provindas do mesmo Deus, nunca podem contradizer-se verdadeiramente.
